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MISS LAVA: Catedral do Rock, 6 Janeiro 2013 - 22h

popularfm_misslavaMISS LAVA

6 de Janeiro 2013 - 22H

Catedral do Rock com Jorge Caldeira

 

Durante anos os vulcões acumulam pressão, fervendo no seu interior, sempre à espera do momento certo para entrar em erupção e demonstrar o poder da natureza em rios de lava. Este parece ser o caso dos Miss Lava, um quarteto lisboeta, que existe desde 2005, e que esperou pelo momento certo para explodir a sua dose de “heavy rock n’roll disaster”. A força criativa deste projeto era S. Rebelo (ex-baixista dos Exiled, 196Hate), um mestre a distorcer as frequências ultra-graves. Nesta altura, S. Rebelo ainda fazia algumas experiências sónicas e dedicava a maior parte do seu tempo aos Dawnrider, a sua outra banda. Três anos depois, S. Rebelo percebeu que já tinha estabelecido umbackbone musical sólido para uma banda. Apesar de muitos músicos participarem nas sessões stoner de S. Rebelo, apenas um deles era constante, o baterista Ricardo Espiga, cujo feeling jazzy garantia uma distintividade sonora importante. E à medida que os Dawnrider caminhavam em direções opostas aos objetivos musicais de S. Rebelo, ele começou a voar cada vez mais alto nos céus do stoner rock e acabou por gravar uma primeira música para encontrar membros permanentes.



Johnny Lee, há muito tempo perdido no deserto musical (ex-vocalista da banda de thrash Etherial Grief), ouviu falar das gravações de S. Rebelo. E a primeira convergência sónica foi mágica. No entanto, faltava um elemento. Lee ligou para o seu parceiro musical de longa data, K. Raffah (ex-baixista de Etherial Grief, Sundance, Se7enty Se7en e Mélange) e desafiou-o a assumir as despesas de guitarrista. “If there’s hell below, we’re all gonna go.” pensou Raffah ao aceitar a viagem. Raffah e Rebelo desenvolveram rapidamente uma forte química de composição, sustentada pelo forte groove de Espiga e potenciada pelo incisivo sentido melódico e profundo conteúdo lírico de Lee. As canções começaram a aparecer sem parar, cada vez melhores, cada vez mais quentes. E as coisas estavam literalmente a aquecer neste hub criativo e acabou por ser uma decisão natural, entre copos de vinho no Bairro Alto, chamar a banda de Miss Lava. A força do rock com o sedutor calor feminino. Aqui estava uma representação fiel para a música que o quarteto criava.



Com o objetivo de construir um setlist sólido para tocar ao vivo e selecionar algumas faixas para gravar, a banda começou a pré-produzir todo o seu trabalho em 2006. Mas depois de gravarem 8 temas, o baterista Ricardo Espiga separou-se da banda, prosseguindo a sua carreira musical com o estudo de Jazz no Porto. Os Miss Lava desejaram-lhe felicidades e encontraram rapidamente um substituto, J. Garcia (ex-Fiona At Forty). A batida frenética de Garcia fez o mash perfeito com o groove pesado dos Miss Lava, oferecendo à banda a força que necessitava para atingir um novo nível de confiança e poder. A banda continuou a escrever e a pré-produzir músicas. “Quando nos apercebemos que tínhamos umas 18 músicas, pensámos que era altura de as gravar. Era hora do vulcão entrar em erupção!”, lembra-se S. Rebelo. E aconteceu tudo de forma muito rápida... “Miss Lava” (Máxi-Single, 2008), “Blues For The Dangerous Miles” (CD, 2009) e “Red Supergiant (CD, 2012) foram os registos de uma erupção vulcânica portuguesa que já chegou a terras de Sua Majestade e do Tio Sam, continuando a aquecer a atmosfera com grooves pesados.

No Estúdio POPULARFM

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