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BRANDO FEL: 25 de Fevereiro de 2014 - 15H

popularfm_brandofel_2014BRANDO FEL

25 de Fevereiro de 2014 - 15H

Virados para Merca com Nuno Merca

 

 

A história dos Brando Fel começa a escrever-se numa tarde de Março de 2005 num encontro de interesses musicais entre Vasco Lima e Gonçalo Martinho. Mais um encontro e surgem os dois primeiros temas originais: “O mundo da mulher” e “Circo da demência”. E por aí adiante foram surgindo temas carregados de personagens disfarçadas de normalidade e que qualquer um de nós pode conhecer – ou não.

Ao Vasco Lima e ao Gonçalo Martinho começam por juntar-se o Vasco Diogo (baixo), o Nuno Almeida (percussões) e o Diogo Andrade (bateria). Contudo, no período em que se construíam os arranjos das canções e se começava a burilar a identidade da banda, dá-se a primeira alteração na formação do grupo com a entrada de Miguel Caiado e saída do Diogo Andrade. Com esta alteração o Nuno passa para a bateria e o Miguel assume as percussões dos Brando Fel.

Foi com o espetáculo intitulado “O Circo Chegou à Cidade” que o grupo se estreou, num restaurante/bar que acolheu este Show durante dois meses com salas repletas. Devido a uma “crise de identidade”, após este período de atuações e sem baixista, que deixou o grupo para sair do país, segue-se um período de inactividade de cerca de ano e meio.

Fartos da Inércia, a banda decide procurar um novo baixista. É aí que aparece João Carmo, que traz com ele novas ideias, para além do bom conhecimento que já tinha dos Brando Fel. Traz ousadia, um som e estilo de tocar diferente do que estavam habituados e estas novas características obrigam a que todos se adaptem. A bem da coesão da sonoridade.

Depois de traçadas as linhas mestras acerca do que a banda iria fazer, avançaram para a procura de um estúdio que servisse os intuitos dos Brando Fel. Aí vão surgindo as seis canções que fazem parte do EP onde realizaram algumas colaborações. O António Francisco, David Cruz e João Pina emprestaram as suas excelentes vozes e fizeram com que o trabalho crescesse com a sua participação. Também aqui se concretizou um dos intentos da banda, e que estava presente desde a criação de alguns temas: a existência de um naipe de sopros. Para isso contaram com a colaboração do Paul Robert (Trombone e Trompete), Rui Magno Pinto (nos espectáculos ao vivo - Trompete) e um elemento que tem vindo a ser preponderante no trabalho que temos desenvolvido até aos dias de hoje: Jörg Demel (Saxofones). Este EP permite-lhes ganhar alguma visibilidade e, na sua promoção, recebem o convite para dois grandes festivais, A Festa do Avante e Optimus Alive, para além da promoção que foram fazendo por todo o país.

Com o desenvolvimento da personalidade da banda, vão surgindo novos temas que se juntam aos que tinham optado deixar de fora do EP. Nesse contexto, o novo disco surge para a banda como que um "arrumar de gavetas" onde misturam 5 temas que já pertenciam a alinhamentos anteriores e 6 temas completamente novos. Estam agora no início da promoção deste novo disco mas a expectativa, que gera no grupo e nas pessoas que os rodeiam, é enorme. Foi um álbum desenvolvido com um conceito que visa juntar neste "Grand Hotel" as personagens mais ou menos loucas que habitam os seus temas. No fundo, deram um nome pomposo a uma casa que alberga, sobretudo, gente que pelas mais diversas razões possa ter enlouquecido.

Não perca a entrevista no próximo dia 25 de Fevereiro no programa “Virados Para Merca” com Nuno Merca!

No Estúdio POPULARFM

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