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Litoral alentejano tem falta de médicos e de enfermeiros

Quarta, 07 Fevereiro 2018 01:44

“No imediato necessitaríamos de 68 enfermeiros para colmatar as falhas”

O litoral alentejano tem falta de médicos, de diferentes especialidades, e, sobretudo, de dezenas de enfermeiros, situação que se pode agravar este ano se o Governo não autorizar a contratação de mais profissionais. Além de clínicos, faltam administrativos, assistentes técnicos e operacionais e mais de 60 enfermeiros na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, que inclui um hospital e os centros de saúde de Santiago do Cacém, Alcácer do Sal, Grândola, Sines ( no distrito de Setúbal) e Odemira (Beja). Em outubro do ano passado, as camas disponíveis na Unidade de Convalescença foram reduzidas de 25 para 12 e a Unidade de Cuidados Paliativos foi deslocada dentro do Hospital do Litoral Alentejano, por falta de recursos humanos. “No imediato necessitaríamos de 68 enfermeiros para colmatar as falhas”, diz à agência Lusa Luís Matos, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, que exerce na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.

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ADN - Agência de Notícias

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